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Dobradiça do Galaxy Z Fold da Samsung, referência do formato de celular dobrável que a Apple ainda não lançou
Foto: Divulgação/Samsung
Curiosidade

Primeiro iPhone dobrável pode custar até US$ 2.500, segundo analista

Por Rian Gabriel

Faltam poucos dias pro evento em que a Apple deve apresentar seu primeiro iPhone dobrável (marcado pra 9 de setembro), e a estimativa de preço já está circulando: segundo o analista taiwanês Ming-Chi Kuo, especializado na cadeia de fornecedores da Apple e conhecido por acertar detalhes de lançamento antes do anúncio oficial, o aparelho deve custar entre US$ 2.299 e US$ 2.499 nos Estados Unidos.

Pra efeito de comparação, o iPhone 17 Pro Max, hoje o modelo mais caro da linha atual, sai por US$ 1.599 na versão de entrada. Ou seja: o dobrável pode custar quase o dobro do topo de linha atual, o preço mais alto já cobrado num iPhone.

Por que o preço deve ser tão alto

Um celular dobrável tem mais peças caras que um celular comum: duas telas (uma interna, dobrável, e uma externa, menor), uma dobradiça complexa (o mecanismo metálico que permite abrir e fechar sem quebrar), e uma estrutura reforçada pra aguentar o dobrar todo dia sem deixar vinco visível na tela.

Segundo Kuo, o iPhone dobrável deve ter uma tela interna de 7,8 polegadas (do tamanho de um pequeno tablet) sem vinco aparente, mais uma tela externa de 5,5 polegadas pra usar fechado, do jeito que se usa um celular comum. A estrutura seria de titânio, o mesmo metal leve e resistente já usado nos modelos Pro atuais, com dobradiça também em titânio e aço inoxidável.

Galaxy Z Fold da Samsung totalmente aberto ao lado de uma moeda, mostrando como um dobrável fica fino quando desdobrado
Foto: Divulgação/Samsung (o Z Fold é usado aqui como referência de formato; a Apple ainda não mostrou nenhuma foto oficial do próprio iPhone dobrável)

Uma mudança na forma de desbloquear

Outro detalhe chama atenção: pra economizar espaço interno, o aparelho deve trazer Touch ID (leitor de digital) embutido no botão lateral, no lugar do Face ID (reconhecimento facial) que todo iPhone atual usa. Seria a primeira vez em anos que a Apple volta a usar leitor de digital num iPhone novo.

A produção inicial deve ser baixa, entre 3 e 5 milhões de unidades ainda em 2026, o que também ajuda a explicar o preço alto: fabricar pouca quantidade custa mais caro por unidade. Nada disso é oficial ainda, tudo segue como estimativa até a Apple confirmar em evento.

Fonte: Euronews.

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